Muitas pessoas abandonam os seus animais na rua na “esperança” de que eles vão conseguir alguém muito bom ou, “se Deus quiser”, algo melhor. É a chamada crença popular de que “Deus vai ajudar.” É claro que Deus ajuda, e muito! Mas, ele não faz a nossa parte. Nós somos responsáveis pelos nossos atos e pela dor que causamos a cada ser deste planeta, seja ele quem for!
É preciso ter consciência de que o abandono, na certa, vai colocar o seu animal de estimação vulnerável a uma série de coisas, inclusive doenças fatais.
As doenças fatais mais comuns:
Com o abandono, o animal fica sujeito, devido às brigas, contato com meios infectados e acasalamentos indiscriminados, a uma série de doenças. As doenças mais comuns a que ficam sujeitos os gatos abandonados são as seguintes:
DESIDRATAÇÃO
DESNUTRIÇÃO ( QUE LEVA À UMA BAIXA IMUNOLÓGICA ABRINDO PORTAS PARA DOENÇAS OPORTUNISTAS COMO OS FUNGOS )
FERIDAS E ABSCESSOS (POR BRIGAS EM DISPUTA DE TERRITÓRIOS )
MIÍASE ( BICHEIRA )
ESPOROTRICOSE ( FUNGO SISTÊMICO )
FELV ( LEUCEMIA FELINA )
FIV ( AIDS FELINA )
PANLEUCOPENIA
PIF ( PERITONITE INFECCIOSA FELINA )
O resultado dos maus-tratos:
Com o abandono, o animal fica vulnerável a tudo que há de bom e ruim proveniente não só do meio ambiente, mas, também, do ser humano. Assim é que alguns são capturados para servir a todo tipo de maldade humana, desde às experiências por adolescentes, a atos indignos perpertuados por adultos desiquilibrados, criminosos e seguidores de credos insensíveis. Veja abaixo exemplos desses maus-tratos.
Algumas imagens abaixo podem ser de conteúdo forte para pessoas sensíveis. Se tem certeza que quer continuar a navegar, clique aqui.
Os gatos têm seus territórios onde se sentem seguros. Jogados em outro ambiente, se sentem extremamente inseguros e vulneráveis.
Quando são abandonados, os medrosos e tímidos se entocam e morrem de fome sede e medo.
Outros saem desesperados sem saber onde se abrigar.No desespero normalmente são atropelados.
Nas ruas, se escondem nos pneus ou motores dos carros e são esmagados quando os carros saem, como esse bebe preto e branco de um mês e meio, na foto com fratura da mandibula .
Os filhotes morrem à mingua.Não tem como se alimentar e vão sendo ainda vivos, comidos por formigas, definhando com desidratação e doenças oportunistas como a gripe de gatos ( rinotraqueíte ), fungos, até a morte.
Alguns sofrem maus tratos: pedradas, pauladas, pontapés, queimaduras com água quente, ou são aterrorizados por cachorros algumas vezes sob orientação dos próprios donos. Quando conseguem sobreviver, os não castrados cruzam, podendo adquirir doenças sexualmente transmissíveis como Aids felina ( FIV ) ou Leucemia felina ( FELV ). O aumento da população, com o nascimento de gatinhos, barulho do cio e acasalamento incomodam os vizinhos, e são, frequentemente, as causas dos envenenamentos. É comum se ferirem em brigas com outros gatos "donos do território" e essas feridas, normalmente infectadas por moscas, acabam causando as bicheiras (Miíase).
A procura de comida no lixo também acaba por causar muitas doenças como a verminose e a intoxicação, deixando-os muito fracos, podendo levaá-los à morte.
Muitas pessoas não castram seus animais, acabam tendo ninhadas numerosas e abandonam os filhotes em caixas ou em terrenos baldios.